E Fácil Namorar Nos EUA?

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Essa e uma questão para quem está solteiro e disponív­el, con­tem­p­lan­do um rela­ciona­men­to com amer­i­cano ou amer­i­cana.

Exis­tem algu­mas difer­enças cul­tur­ais e antes de tudo, rela­ciona­men­tos vari­am de pes­soa para pes­soa. Porém, algu­mas coisas con­tin­u­am as mes­mas em ter­mos de romance inter-cul­tur­al.

Na ger­al, a mul­her brasileira não tem prob­le­ma em encon­trar amer­i­cano para namorar ou casar. Sem­pre tem um dis­pos­to. Muitas mul­heres amer­i­canas podem ser um desafio para o homem brasileiro.

E por isso que você não vê  muito brasileiro, mes­mo no Face­book, com mul­her amer­i­cana. E um ou out­ro. Por out­ro lado, mul­heres brasileiras com home­ns amer­i­canos e algo mais comum. 

Qual­quer can­ta­da do brasileiro, mes­mo de leve, tem a tendên­cia de afastá-las. Com raras exceções, a mul­her amer­i­cana toma a ini­cia­ti­va de escol­her quem ela quer e quan­do ela gos­ta de um homem, os sinais são claros e dis­tin­tos.

Os home­ns amer­i­canos geral­mente não tomam a ini­cia­ti­va como fazem na cul­tura Lati­na. Nem olham. Nem comen­tam. Não pegam na mão e não bei­jam no primeiro encon­tro. Existe um receio de assé­dio ou se pas­sar por sem-ver­gonha.

E, nos EUA, mes­mo sendo um pais “desen­volvi­do”  ain­da existe pre­con­ceito sobre difer­enças de idade. Geral­mente pares entre 5–10 anos de difer­ença são mais social­mente aceitáveis.  Na maio­r­ia dos casos, homem brasileiro de 40+,  pobre ou de classe media, atras de amer­i­cana de 25 via­ja na maionese, e vai  de primeira classe.

Se por aca­so você for um homem lendo isso nada de qual­i­dade e’ “fácil” aqui a não ser que você seja irre­sistív­el. Do con­trário, você pode sofr­er na parte român­ti­ca. 

Namorar den­tro da cul­tura norte-amer­i­cana e’ uma ciên­cia e por isso o YouTube, arti­gos, livros e sites de encon­tro estão reple­tos de con­sel­hos e per­son­al train­ers sobre esse assun­to. Rela­ciona­men­tos em ger­al podem ser com­pli­ca­dos, mas a coisa fica mais com­pli­ca­da para o homem  brasileiro nos Esta­dos Unidos.

E observáv­el que na sociedade amer­i­cana de hoje, exis­tem mais home­ns com home­ns e mul­heres com mul­heres do que casais het­eros­sex­u­ais andan­do de mãos dadas em pub­li­co.

O índice de divór­cio nos EUA e 40–50 por cen­to. Isso de acor­do com a Amer­i­can Psy­cho­log­i­cal Asso­ci­a­tion.

Namorar nos EUA e com­plexo, tan­to e’ que exis­tem profis­sion­ais que gan­ham din­heiro  ensi­nan­do home­ns amer­i­canos táti­cas para “ten­tar” con­quis­tar mul­her. Veja um exem­p­lo, entre dezenas: (em inglês)

Sim­pli­f­i­can­do: Se uma mul­her amer­i­cana men­cionar a palavra “boyfriend” em menos de 30–60 segun­dos, você já dançou.  E ao con­trário, se ela gos­tou de você, vai man­dar tex­to, vai pro­lon­gar a con­ver­sa, vai lig­ar, fica atrás, etc. E’ bem assim. 

Você terá mais suces­so com mul­her amer­i­cana para rela­ciona­men­to serio den­tro de um cír­cu­lo reli­gioso, do que aleato­ri­a­mente.  A cul­tura norte-amer­i­cana mudou dras­ti­ca­mente nos últi­mos 25 anos em ter­mos de rela­ciona­men­tos. Tem gente mais inter­es­sa­da em badalar no celu­lar do que em con­ver­sação. 

As recla­mações e expec­ta­ti­vas vem de ambos os sex­os. Uma regra que fun­ciona e sem­pre saber onde existe uma tro­ca da val­ores mútu­os.

Um out­ro desafio comum na Amer­i­ca e’ que, depois de uma cer­ta idade, mil­hões de pes­soas se aco­modam e fazem mais upgrades de celu­lar do que nos cuida­dos da aparên­cia, da saude físi­ca e men­tal.

Boa sorte!

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